Colisão com moto: O que fazer nesse caso? (2023)

Você já se imaginou dirigindo tranquilamente pela cidade e, de repente, um motociclista entra abruptamente em sua rota, resultando em uma colisão inesperada?

Esse é um cenário que, infelizmente, acontece frequentemente nas ruas e rodovias brasileiras, causando preocupação, estresse e muitas dúvidas sobre o que fazer em seguida.

Afinal, é comum que o motorista se sinta sobrecarregado com a situação e não saiba ao certo como agir.

Este artigo foi preparado justamente para ajudá-lo a enfrentar esses momentos tensos e garantir que você tome as medidas adequadas após uma colisão com moto.

Continue lendo e descubra as etapas práticas que você deve seguir para garantir a segurança de todos os envolvidos e proteger seus direitos.

Sofri uma colisão com moto: o que fazer nesse caso?

Após o susto inicial de uma colisão, é fundamental manter a calma e lembrar-se de que há procedimentos legais a seguir para garantir a segurança e integridade de todos os envolvidos.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu artigo 303, estabelece que "Praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor" é um crime, prevendo detenção de seis meses a dois anos e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Portanto, além das questões de responsabilidade civil, podem haver implicações criminais.

Mas, além de conhecer o que diz a lei, é fundamental saber como agir prática e eticamente após o ocorrido.

A seguir, mostraremos o passo a passo para que você saiba exatamente o que fazer em caso de colisão com moto.

1. Garanta a prestação do devido socorro

Independentemente das circunstâncias da colisão, o bem-estar humano deve ser sempre priorizado.

A primeira coisa a fazer após o impacto é verificar o estado do motociclista e dos demais envolvidos.

Se alguém estiver ferido, não hesite em chamar imediatamente o serviço de emergência, seja ele o SAMU, bombeiros ou qualquer outro serviço disponível na região.

É importante lembrar que omitir socorro é crime, conforme estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

Por isso, sempre preste auxílio, mesmo que você não tenha sido o causador da colisão.

2. Documente todo o ocorrido com fotos e vídeos

Após garantir que o devido socorro está a caminho ou que todos estão bem, comece a documentar a cena do acidente.

Utilize seu celular ou qualquer câmera disponível para tirar fotos e vídeos de vários ângulos, capturando os danos nos veículos, a posição em que se encontram, marcas de frenagem no asfalto e qualquer outro detalhe que possa ser relevante.

Essa documentação pode ser essencial para esclarecer as circunstâncias da colisão, principalmente se houver disputas sobre quem foi o responsável pelo ocorrido.

Além disso, essas imagens servirão como prova quando você entrar em contato com sua proteção veicular ou seguro.

3. Estacione o carro em um lugar seguro e sinalize bem o local onde o motociclista caiu

Uma vez que você já prestou o primeiro socorro, é essencial garantir a segurança do local para evitar novos acidentes.

Saber como estacionar corretamente para prestar socorro é ideal.

Se o seu veículo estiver em uma posição perigosa ou atrapalhando a via, mova-o com cautela para um local mais seguro, como o acostamento ou uma vaga de estacionamento próxima.

No caso do motociclista, caso ele esteja no chão e não possa ser movido por conta de possíveis lesões, sinalize o local com o triângulo de emergência, pisca-alerta do seu veículo ou até mesmo usando lanternas, caso a situação ocorra durante a noite.

É crucial garantir que outros motoristas estejam cientes da situação para evitar mais complicações.

4. Verifique o estado físico do motociclista e chame por socorro caso necessário

Mesmo que você já tenha realizado um primeiro atendimento, é fundamental verificar novamente o estado físico do motociclista, sobretudo se você estava ocupado com outros procedimentos, como a sinalização.

Caso ele apresente algum sinal de dor, desconforto, desorientação ou qualquer tipo de lesão visível, chame imediatamente os serviços de emergência.

Se já tiver chamado, certifique-se de que eles estão a caminho e informe sobre qualquer mudança no estado do motociclista.

Lembre-se: é sempre melhor prevenir e garantir que o envolvido receba o atendimento necessário.

5. Existem testemunhas do ocorrido? Troque informações de contato

Em muitos casos de acidentes, testemunhas ocasionais podem ter presenciado o ocorrido e podem fornecer relatos valiosos sobre como tudo aconteceu.

Se você notar que há pessoas que presenciaram a colisão, aproxime-se com calma e pergunte se elas estariam dispostas a fornecer um relato do que viram.

É de suma importância trocar informações de contato com essas testemunhas, como nome, telefone e, se possível, e-mail.

Essas informações podem ser extremamente úteis posteriormente, seja para esclarecer detalhes do acidente para sua proteção veicular ou seguro, ou até mesmo em possíveis processos judiciais.

6. Registre um boletim de ocorrência

Independentemente da gravidade da colisão, é essencial registrar um boletim de ocorrência (B.O.) na delegacia de trânsito mais próxima ou por meio de plataformas online, quando disponíveis.

Este documento oficializará o relato do acidente, consolidando as informações sobre os envolvidos, veículos, danos e possíveis testemunhas.

O B.O. é uma prova importante tanto para processos judiciais quanto para acionar seguros ou proteções veiculares.

A importância de seguir todos esses passos vai além da simples resolução da situação.

Garantir a prestação de socorro e documentar corretamente o ocorrido são ações essenciais para comprovar sua conduta adequada e responsável após a colisão.

Ignorar qualquer uma dessas etapas pode resultar em complicações legais, incluindo o temido "golpe da omissão de socorro".

Nesse golpe, mesmo que o motorista tenha prestado socorro, a ausência de provas pode levar a alegações contrárias, trazendo consequências penais e financeiras significativas.

Portanto, proteja-se e garanta que seus direitos estejam assegurados seguindo cada um dos passos mencionados.

7. Contate sua proteção veicular ou seguro com todos os documentos em mãos

Após seguir todas as etapas mencionadas anteriormente, é hora de entrar em contato com sua proteção veicular ou companhia de seguro.

Este é o momento de usar todos os documentos, fotos, vídeos e informações coletadas para assegurar seus direitos e facilitar o processo de resolução do sinistro.

Ter todos os documentos e registros em mãos acelera o processo e facilita o atendimento, garantindo que todas as medidas necessárias sejam tomadas rapidamente.

Aqui estão alguns passos que você deve seguir:

Informe o ocorrido: Ao ligar para sua proteção veicular ou seguradora, informe detalhadamente sobre o acidente. Descreva as circunstâncias, danos e qualquer informação relevante.

Envie os documentos: Encaminhe fotos, vídeos, cópia do boletim de ocorrência e outros documentos que possam ter relevância. Esses registros são fundamentais para a análise do sinistro.

Aguarde as orientações: Normalmente, após a notificação, a empresa fornecerá informações sobre os próximos passos, como avaliação dos danos, reparos e possíveis indenizações.

Seja transparente: Em toda a comunicação, seja claro e honesto sobre os eventos. Isso evita mal-entendidos e facilita a resolução do caso.

Ter uma proteção veicular ou seguro é um investimento na sua segurança e na de terceiros. Em momentos de stress como uma colisão, poder contar com um suporte especializado faz toda a diferença, ajudando a resolver a situação de forma mais eficaz e tranquila.

Como proteger seu carro contra batidas, colisões e outros imprevistos

Para aqueles que ainda não têm uma proteção ou seguro, vale ressaltar a importância de proteger o seu veículo contra batidas, colisões e outros imprevistos.

Uma opção que tem ganhado destaque no mercado brasileiro é a proteção veicular. Acompanhe quais são as principais vantagens.

Cobertura completa e abrangente: A proteção veicular oferece uma cobertura ampla para o seu veículo. Isso significa que, além das tradicionais colisões, a proteção pode cobrir situações como roubo, furto, incêndio, enchentes, entre outras. Por exemplo, se você mora em uma área propensa a alagamentos, pode ficar tranquilo sabendo que seu veículo está protegido contra esse tipo de evento.

Sem análise de risco ou do perfil do condutor: Diferentemente dos seguros tradicionais, a proteção veicular não faz análise baseada no perfil do condutor. Isso significa que independentemente da sua idade, tempo de habilitação ou histórico de sinistros, a taxa da proteção veicular não varia. Então, um motorista jovem, que geralmente enfrenta preços elevados em seguros tradicionais devido ao risco associado à sua faixa etária, terá o mesmo valor de proteção que um condutor mais experiente. No entanto, o valor pode variar de acordo com a Tabela Fipe.

Sem verificação em órgãos de proteção ao crédito: Outro grande diferencial da proteção veicular é que ela não faz consulta aos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa. Isso significa que, mesmo que você tenha pendências financeiras ou nome "sujo", isso não será um empecilho para proteger seu veículo. Imagine uma situação em que um motorista passou por dificuldades financeiras e teve seu nome registrado nesses órgãos; ele ainda pode garantir a segurança do seu carro sem se preocupar com restrições de crédito.

Além dessas vantagens, o processo de adesão à proteção veicular é notoriamente simples e descomplicado.

E, levando em consideração todos esses benefícios, muitas vezes, essa modalidade acaba sendo uma opção mais acessível e barata para a maioria dos motoristas.

É por isso que a proteção veicular vem crescendo em popularidade no Brasil, tornando-se uma alternativa atraente e viável para muitos condutores.

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Nos tempos modernos, proteger seu veículo não é apenas uma opção, mas uma necessidade.

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Conclusão

O trânsito é imprevisível, e estar preparado para qualquer eventualidade é fundamental para garantir a segurança e bem-estar de todos os envolvidos.

Uma colisão com moto pode ser um momento assustador, mas, seguindo os passos corretos, é possível lidar com a situação de maneira organizada e eficiente.

Lembramos da importância de prestar o devido socorro, documentar o ocorrido e estar sempre alinhado com sua proteção veicular ou seguradora.

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Esperamos que este guia tenha sido esclarecedor e que ajude você a tomar a melhor decisão para você e proteção do seu veículo.

A segurança deve ser sempre a prioridade, e, estar bem informado é o primeiro passo para garantir um trânsito mais seguro para todos.

Dirija com cuidado, proteja-se e conte sempre com opções confiáveis para garantir sua paz de espírito nas estradas e cidades.

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